“Estamos prontos a pagar qualquer preço para salvar a Igreja.”
“Vivemos uma circunstância totalmente excepcional, uma vez que, desde o Concílio Vaticano II até hoje, as autoridades da Igreja manifestam uma atitude contrária à Fé e agem contra a sagrada Tradição.”
“É um dever gravíssimo transmitir a graça do Episcopado a esses sacerdotes.”
“Consideramos que eventuais punições ou censuras contra este ato não têm nenhum valor.”
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Oremos por esses pastores que tanto falam em “construir pontes” e “derrubar muros”, mas isso na prática só vale para os inimigos declarados da Igreja, que são tratados com toda a benevolência, como a China comunista, que sagra bispos à revelia quando quer, sem sofrer nenhuma sanção.
Oremos por um papa que fala muito em “misericórdia” mas não se importa com o bem das centenas de milhares de almas que no mundo inteiro recorrem à FSSPX como um necessário refúgio.
Oremos para que a “caridade” da igreja conciliar não seja só para com os hereges, mas também para com aqueles que só querem ser bons católicos conforme todos os Santos e todos os Papas ensinaram até a catástrofe do Vaticano II.
Oremos por aqueles que só querem manter a Fé católica e preservar a autêntica Tradição apostólica, contra os quais todo o rigor legal é aplicado, sem nenhuma piedade, para que um dia sejam ouvidos, como aconteceu com Santo Atanásio, que também foi perseguido e expulso pelo Papa do seu tempo, e hoje é Santo e glorioso Doutor da Igreja.
Oremos pela conversão dos homens que se assentaram às mais altas posições da hierarquia eclesiástica, que perderam o zelo pela Casa de Deus e já não conseguem mais enxergar o óbvio.
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Aos que (supostamente) lamentam a dor da divisão, cabe lembrar aquilo sobre o que, profeticamente, preveniu Nosso Senhor: “Não julgueis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada. Porque vim trazer a divisão do filho contra seu pai, e da filha contra sua mãe, e da nora contra a sua sogra” (Mt 10,34s). Porque não pode haver verdadeira união entre o que pertence a Deus e o que é do mundo.
Não vos sujeiteis ao mesmo jugo que os infiéis. Pois, que união pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que sociedade entre a luz e as trevas?
Que concórdia entre Cristo e Belial? Que de comum entre o fiel e o infiel?
Que relação entre o Templo de Deus e os ídolos? Com efeito, somos o templo de Deus vivo, como Deus disse: Habitarei neles e andarei entre eles, serei o seu Deus e eles serão o meu povo (Lv. 26, 11-12).
Portanto, sai do meio deles e separai-vos, diz o Senhor. Não toqueis o que é impuro, e eu vos receberei.(2Cor 6,14-17)



